Wortschatz

WORTSCHATZ VERGRÖSSRE

Wies du mear es machst, genauso tun ich ‘s dear ooch mache!

1. der Zank = a briga, a disputa, a bronca, o altercado

Achtung: Bloss net “der Zank“ mit “die Zang” verwechle, der letzte iss jo en werrekgescheerr.

Obs.: Só não confundir com “die Zang” = “o alicate”, este último é uma ferramenta de trabalho.

2. der Zänker = o arruaceiro

3. die Zänkerei = o quebra-paus

4. zänkisch sin = ser briguento, brigão, pelotudo

5. die Wut = a raiva

6. der Hass = o ódio

7. schlecht = ruim

8. schlimm = difícil

9. die Spuck (Hochdeitsch: die Spucke) = o cuspe

10. die Faust = o punho

11. der schlooh (Hochdeitsch: der Schlag) = o soco

12. die Brig, der Streit (Hochdeitsch: der Streit) = a briga

13. die Reu, die Rei = o arrependimento

14. sich bereue, sich bereie (Hochdeitsch: sich bereuen) = arrepender-se

15. der Fried (Hochdeitsch: der Frieden) = a paz

16. unner sich Friede schlisse = fazer as pazes entre si

16. endlich = finalmente

Sprech dein Moddersproch!

Die Rio

DIE NEIE WÖRTER VON HEIT:
(novas palavras pra hoje)

1. die Rio (Hochdeitsch: der Fluss) = o rio

2. die Rios (Hochdeitsch: die Flüsse) = os rios

3. die Bach (Hochdeitsch: der Bach) = o riacho, a sanga, o córrego, o ribeiro

4. die Bäch, die Bächer (Hochdeitsch: die Bäche) = os riachos, as sangas, os córregos, os ribeiros

O primeiro ítem acima, “die Rio”, serve para ilustrar a existência de exceções às normas de nossa língua. Pois bem, como o termo “Rio” se trata de um empréstimo do português, ele ‘deveria’ ter mantido o artigo definido original “o”, porém traduzido para “der”. Quer dizer, deveria ter ficado “der Rio”, mas isto não ocorreu. Este caso excepcional inclusive já foi documentado há muito tempo atrás por autores interessados em nossa variante riograndense do alemão hunsriqueano.

Porém, como vem decrescendo muito o número de falantes nativos 100% fluentes do Riograndenser Hunsrückisch nos últimos tempos, existe a possibilidade de certas pessoas organicamente passarem a utilizar o artigo masculino neste caso.

Vale apontar que o termo “der Fluss” é conhecido por falantes da nossa variante regional, porém a preferência dada por eles para “die Rio” é inquestionável.

No caso do terceiro ítem, “die Bach”, ele serve para exemplificar algo importante: Muito embora os antigos dialetos do alemão, o suábio, o bávaro, et cetera, quase sempre utilizam o mesmo artigo definido para substantivos, existem exceções. Neste caso no nosso tronco dialetal Rheinfränkisch/Moselfränkisch/Südhessisch (Sudoeste da Alemanha) dá-se preferência para “die Bach”, quando no alemão-standard deve-se utilizar o artigo masculino, ou seja, “der Bach”.

No entanto, como podemos ver nos dicionários de alemão, certos termos sim podem ter duas possibilidades de artigo. De passagem, incidentalemente, na língua alemã certos temos simplesmente não tem uma forma plural, deverão sempre se colocados no singular, já outros não tem uma forma singular.

No português a gente automaticamente sabe como construir o plural de qualquer palavra, “a casa” –> “as casas”, “o Pedro” –> “os Pedros”, mesmo no caso excepcional de “o lápis” –> “os lápis” …

Mas como no alemão isso é muito mais complexo, não raro falantes do Hunsrückisch só conhecem a forma singular ou a forma plural de certas palavras, precisando buscar ajuda de pessoas mais fluentes para saber qual é a forma correta.

Um exmplo disso, muitos falantes do dialeto, especialmente crianças ou jovens, só conhecem a forma plural “die Körner” [pronúncia: /kéna/, onde o “r” é mudo, sendo que o “er” no final de uma palavra sempre soa como um “a”], desconhecendo o singular “der Korn” [pron.: /kón/].

Dankschön für das Lese, unn ich wünsche Eich all viel Spass beim Deitsch lerne, jo gell?!

Nachthimmel Petunje

Nachthimmel Petunje

Die Nachthimmel Petunje iss en Petunjesort, wo zu der Hängpetunje Varietät gehöert, unn damit tut es sich von normale Stehnpetunje deitlich unnerscheide.

Wie die meahrschte Petunje, tun Nachthimmel Petunje liewer im Sommerzeit gern blühe, unn dodrum brauche die also viel volle Sonnlicht um gesund se wachse unn dann ooch schön blühe.

Nächst/Fast all die Petunje, ei wo ma’ dorroom sieht, die sind jo echentlich Goordepetunje orrer Hybriggepetunje (neie gekreitze Sorte).

Petunje honn en dicht botanische Verwandschaft mit annre Südamerika stammende Geplänz, wie zum Beispiel mit dem ooch weltweit bekannte Tuakstock (i.e. Tabakstock), mit der Kartoffel, der Tomat, unn mit der wenicher bekannter Fisalis, wissenschaftlich (in Latein) “Physalis peruviana”, uff Bräsiljoonisch “fisális”, “tomate-de-capucho”, orrer “camapu”, genännt. Also, koorz gesooht, alle Sorte von Petunijie stamme uahrspringlich aus Südamerika.

Es gebt wilde Petunje in Südamerika, wo norre in ganz verschiedne Reschione von der Andes-Berriche/Cordilheira dos Andes zu finne sinn. Annre primitive Sorte kann mer dann nuar in bestimmte Plätzer von dem Bundesstoot Rio Grande do Sul finne, orrer von dem Bundestoot Santa Catarina, orrer ‘schlisslich ganz uwehin im Bundesland Minas Gerais, in Zentral-Bräsilje, finne.

Petunje, in alle ihre wunnerschöne vielfältiche gloriöse Farwe unn Grösse, sinn Heiztooch, unn das ohne Zweiwel, ene von der wichtichste Ornamental-Pläntzjer weltweit.

WORTSCHATZ

WORTSCHATZ VERGRÖSSRE
(das Vokabular reicher mache)

1. der Tooich (Hochdeitsch: der Teig) = a massa

2. der Pastell (Hochdeitsch: die Teigtasche) = o pastel

3. der Hinkelfleisch gefüllte Pastell (Hochdeitsch: die Hühnerfleisch gefüllte Teigtasche) = o pastel de frango

4. das Pastell (Farrebton) (Hochdeitsch: das Pastell / Farbe) = a cor pastel, o tom pastel

5. der Knödel = uma espécie de almôndega tradicional da culinária alemã bem como de vários outros países europeus, a massa pode ser feita usando-se batata inglesa, farinha de trigo, etc, podendo ser recheado ou não (recheios salgados ou doces), de tamanhos variados. O Knödel, no plural die Knödel, alternativamente chamado de der Kloß, no plural die Klöße (pode aparecer grafado com “ss” em vez de “ß”), pertence a todo um grupo de pratos caseiros da Alemanha e países vizinhos que são feitos a partir de alguma massa, quase sempre servidos com algum molho.

6. die Knödel = ver acima, número 5

7. die Klöss (Hochdeitsch: die Klöße) = ver acima, número 5

8. der Kloss (Hochdeitsch: der Kloß) = ver acima, número 5

Nota: Não é incomum uma pessoa falante nativa do Riograndenser Hunsrückisch somente conhecer “die Klöss”, ou seja a sua forma plural, e nem saber ao certo como é o singular. Em outros casos a pessoa pode saber somente o singular de algum termo, desconhecendo sua forma plural, ou não ter certeza de como deveria ser a forma plural. Isto raramente irá ocorrer no português pois na maioria dos casos em nossa leingua nacional substantivos passam da sua forma singular para o plural com a adição de um “s” no seu final – e pronto, salvo raras exceções (como “o lápis”, “os lápis”). No alemão a coisa é de uma complexidade bem maior. Portanto, ao aprender um novo substantivo, aprenda logo junto qual é o seu artigo definido e a sua forma plural. Existem subtantivos no alemão que podem ter dois possíveis artigos defidos, por exemplo: “a espátula” = “die Spachtel”, também “der Spachtel”, em muitos casos são regionalismos, mas nem sempre. Geralmente os artigos definidos dos subtantivos do alemão-padrão são iguais no nosso dialeto – mas existem exceções, por exemplo: Hochdeitsch: “der Bach”, RHunsr. = “die Bach”. Termos germanizados, adaptados do português via regra mantém o artigo original, porém traduzido, então: “o facão” = “der Fakong” (onde “o” = “der”). A forma diminutiva de qualquer substantivo ganhará o artigo definido neutro, o “das”, portanto: “o garoto” = “der Bub” –> “das Bubche”, “a Marlene” = “die Marlene” –> “das Marlenche”.

9. die Füllung = o recheio

10. der Krümel = a migalha (o farelo de pão)

11. die Krümel = as migalhas

10. knete (Hochdeitsch: kneten) = sovar

11. koche (Hochdeitsch: kochen) = cozer

12. dampe (Hochdeitsch: dampfen) = cozer no vapor

BROMBEERE

BROMBEERE (im Vergleich zu MAULBEERE)

Beide Brombeere unn Maulbeere hesse (a) amora uff Bräsiljoonisch. Bloss Brombeere solle echentlich wie (a) amora-silvestre, (a) amora-do-mato, (a) amora-nativa, unner annre …, wie von die wilde Sort spezifiziert sin1.

Gewusst iss es, dass die Maulbeere (Text uff Hochdeitsch) in Bräsilje ganz ganz früher, ei bevoar die Europäer do earschtsmol renkomm sinn, üwerhaupt goornet ‘geb hot. Die portogääsische Kolonialiste honn jo der Maulbeereboom2 (botanische Noome: Morus) en poor Hunnert Johre zurück aus China orrer Schapong, nämlich aus eerchendwo in Asje, in Bräsilje alswie en exotische Obstbau-Neiichkeht rengefäahrt.

En Maulbeerenascht3 mit zwooi weiss unreife Maulbeere, en nächst-reifer rosarote Maulbeear, unn vier zeitiche schwarze saftiche Maulbeere.Bildquell/Fonte da foto: Wikipedia, die freije Online-Enzyklopädje (Internetz).

Naja, aus Asje gebts bei uns in Bräsilje Schwarzemaulbeere unn ooch Weissemaulbeere, doch die Weisse-Sort sieht ma’ in Südbräsilje selter. Dann hommer ooch noch die Rotemaulbeere, die Sort stammt jedoch aus Nordamerika.

Soweit ich ‘s wess, Brombeere (botanische Noome: Rubus) hots in Südbräsilje uahrspringlich drei verschiedne Sorte geb. Heitztooch gebts jo viele meh, unn sogoor weit unn breit bekannt Hüybrigge-Sorte wie die schwarze Amora-preta – BRS Xingu (Text uff Bräsiljoonisch).

Von der 1970er an honn Wissenschaftler in Rio Grande do Sul(Text uff Hochdeitsch) methodisch Experimente unn Versuchunge vorne getreibt um se rausfinne wie die Brombeere könnte besser unn meh produktiv ongebaut sin. Dozu hot ma’ sogoor neie Brombeere-Varietäte aus annre Plätzer von der Welt rengebrung unn mit enanner gekreitz um bessere Hybride rauskriehn. Heitztooch tun die riograndenser Brombeere-Produzente gute unn wachsende Geschäfte mache.

Also, hiedie Brombeere honn ich sellebst die Tooche dohier in der Stadt Seattle bei ener Rio4 geplückt. Brombeere sind jo grood dohier im Nordwest von der Vereinichte Stoode zeitich geb. Do hot ma ungefäahr en Monat, wo ma’ se Ente kann, dann iss alles leider voarbei, bis das nächste Joahr.

Sellebstgeplückte unn schön zeitiche Brombeere.Bildquell: Paul Beppler.

Brombeere kann ma’ in natura orrer frisch esse. Ma’ kann die ooch presse unn wie en saftiche kühle Brüh5 trinke, es iss ooch möchlich davon Brombeere-Liquor mache. Ma’ kann natearlich damit schön backe. Sonst, last but not least, könne se sogoor gefriert sin, für im Winterzeit benutze. Letzlich, weil heitztooch so viele neike unn immer billicher Geräte zum Verkoof im Marrekt gebt, ei do kammer die Beearcher jo ooch noch ganz leicht trockne.

Wilde Brombeere.Bildquell: Paul Beppler.

Wie ma’s dohier uff dem Bild kann siehn, der Brombeearstock iss jo keh Boom awer Dornhecke, Heckegewächs voll mit scharfe Dörner. Naja, ich soll awer erwähne: es gebt neilich entwickelte Brombeere Sorte, sogoor in Bräsilje, wo dann komplett Dönnerfrei sinn, jo die gebt es jetz.

Brombeere: So orrich süss, ei doch och so so krazich.Bildquell: Paul Beppler.

Der Heckebrombeearstock krieht üwerschöne weiss- bis rosarote Blümcher an sich, ‘s kommt druff an die Sort orrer Varietät, gell?! unn die besuche die Biene jo fleissich unn seahr oft im Tooch, von früh Mooints bis ganz Spät Nohmittachs, bis Voarnacht.

Wunnerschöne rosarote Brombeearblüte.Bildquell: Paul Beppler.

Hier kammer ganz deitlich merke, ei wie dem Brombeearstock sein Klutsch net uff emol reif weerd, naja genau dodrum iss es möchlich das dann ma’ später retuar kann komme um meh deliziöse Brombeearche se ende.

Brombeere, Brombeere, die schmecke so oorrich gut!!

Was für en schöne Brombeere-Klutsch.Bildquell: Paul Beppler.

Riograndenser Hunsrückisch:
die Beear, im Singular/Enzoohl
die Beere, im Plural/Mehrzoohl
das Beearche, Diminutiv Singular (en Stückelche)
die Beearcher, Diminutiv Plural (zwooi orrer meahr Fruchtstückcher)

Hochdeitsch:
die Beere, im Singular/Enzoohl
die Beeren, im Plural/Mehrzoohl
das Beerchen (alt.: das Beerlein), Diminutiv Singular
die Beerchen (alt: die Beerlein), Diminutiv Plural

Riograndenser Hunsrückisch = Bräsiljoonisch:
die Beear = a frutinha (a baga), im Singular/Enzoohl
die Beere = as frutinhas (as bagas), im Plural/Mehrzoohl
das Beearche = a frutinha (a baguinha), Diminutiv Singular
die Beearcher = as frutinhas (as baguinhas), Diminutiv Plural

Riograndenser Hunsrückisch = Hochdeitsch: 1sin = werden, 2der Maulbeereboom = der Maulbeerenbaum, 3der Nascht = der Ast, 4die Rio = der Fluss, 5die Brüh = der Saft

Fratz & Freunde

FRATZ & FREUNDE

Dear Leit,

hot dear ‘s schon gewusst, ei dass das Mônica unn ihre Turma, die bräsiljoonische Quadrinhos-Série, in der 1960er bis der 1980er in Deitschland publiziert geb iss?

Na, na unn ganz natearlich woor alles dann uff Hochdeitsch, gell?! Dodrum, ich meene weil die Revistinha uff Hochdeitsch domols raus geb iss, do must die Turma da Mônica dort drüwwe gewiss en deitsche Noome kriehn, unn so honn se in Deitschland “Fratz und Freunde” gehess.

Naja, die deitsche Version hätt ich ooch domols in Südbräsilje gern geles honn, wie ich noch en klenes Bubche woor, mear honn leider üwerhaupt net gewusst das es existiert hatt.

Also, es steht do druff, uff dem Zeitschriftche: “Darüber freuen sich alle Kinder!”. Wie mear unser Riograndenser Hunsrückisch verzähle, bleibt das dann so: “Dodrüwwer freie sich alle Kinner”. Schon schön ähnlich, ijo gell net?! das kammer jo gut verstehn, net woar?!

Halt eich munter!

Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Fratzbuch

Säikraut


DAS SÄIKRAUT 

Meahrstens iss das Säikraut nuar gesiehn wie en gewöhnliches Unkraut, doch oftmols weard es jo von Bauerschleit an ihre Schweine gefüttert – unn die Schwein fresse es üwergern.

Meine Mama verzählt mear ooch, ei dass das Geplänz sollt ma’, wenn immer möchlich, an der Küh füttre, die tun dann meh millich gewe, hot Se gesooht. 

Was viele Leit net wisse, iss dass das Säikraut – orrer der Löwenzahn, wie es uff Hochdeitsch genneänt weard – ooch für Mensche essboor iss. Net norre die grine Blätter, awer ooch die gelwe Blümcher, unn sogoor die Woorzle kammer benutze. 

Die Bilder do, wo ich Eich in hiedem Facebook-Post am zeiche sin, die honn ich sellebst gester Nohmittach gemach … do sinn jo die Säikrautblätter, wo ich aus unser Hausgoorde raus geroppt honn. Die tun ich dann heit noch koche. 

Frisch aus unsrem Gemüsegoorde geplückte Säikrautblätter. Die müsse dann noch gründlich unnich dem fliessendem Wasser ausgewascht sind.

Meine Säikrautbletter in Salzwasser am köchle (brühe orrer blanchiere, uff Bräsiljoonisch “escaldar”). Die kann ma’ ooch in en Pann mit Oliveöl unn Knuwloch brote statts abkoche.

Mit Oliveöl unn orrer Zitronebrüh fertichmache.

Ma‘ kann se in Salzwasser so ungefäahr für fünnef orrer sechs Minute koche, unn dann enfach esse (das Kochwasser kammer heis orrer kalt trinke). 

Sonst kann ma‘ die Säikrautblätter ooch in en Pann mit Öl, Knuwloch unn orrer Zwiwwle schön ondünste, änlich wie ma‘ ‘s mit Spinat macht. Bevoar ma‘ das dann uff tische tut, wenn möchlich, sollt ma’ noch en bissche Zitronebrüh druff trippse. 

Was die ältre Blätter sinn, die schmecke immer meh bitter – etliche Mensche finne das köstlich, annre net – naja dann, das muss ma’ gut achte, speziool wenn es soll roh in en Saloot rengemischt sin. Roh Säikrautblätter tut immer besser in kräftiche Saloote ren, wolle ma‘ soohn in Saloote mit etwa Fleisch, mit gebrote Speck, Bacon, unn so weiter.

Die Säikrautblüte ka‘ ma‘ in Essich inmache.  Bloss earscht muss ma’ die schön abwasche, weil oft zu oft gebt ‘s Omeischer dren in der Blümcher. Naja, dann in enem Gloos im Essich ziehe losse. Es schmeckt immer en bissche bitter, awer es iss oorrich gesund! 

Mit Säikrautblüte kann ma‘ jo ooch en deliziöse Sopp raus mache – Ich, ei persönlich, honn das noch net probiert, awer ich tun ‘s noch mache …

Unn net zuletz, last but not least, mit der Säikrautwoorzle kamma‘ jo ooch en Saäikraut-Bitterlikörche Derheem sellebst mache. En Schlückche davon vor soll enem seine Appetit uffreche. 

Später komme ich zurück unn zeiche Eich noch en poor Säikraut-Rezepte, gell?!

Halt Eich schön munter, vergess bloss net Deitsch mit Eire klene Kinnercher se rede.

PAUL BEPPLER, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Facebook 

Unkrautjächer

UNKRAUTJÄCHER – En neie Robôtmodell, wo wie en Unkrautjächer funktioniere tut.

Gon Tooch liewe Leit!

Hot dear schon gewusst?

Es gebt en ganz neies Robôtmodell, doch immernoch in seine experimental Probe-Fase, unn der iss die lang- unn feststehnde Geschäftsmodelle von der grosse Chemie-Firmas echt am bedrohe.

KI*-betriebne Unkraut-Jächer (sieh das Bild do unne) werre zukünftlich die heitztooch nötiche Quantie von Herbizide drastisch reduziere – awer net nuar das, ei weil dann weard der Bauer jo ooch neeme die üwerteire schenetisch-modifizierte Some koofe brauche.

Unn so, ganz natearlich, weard das der Bauer möchlich damit automatisch seine hoche landweertschaftliche Produtionskoste schön runner bringe.

Wie tut die die nei KI-Maschin echentlich funktioniere?

Naja, das Gift muss awer immernoch benutzt sin, bloss wie die Firma EcoRobotics es schätzt, do soll dann die Pestizid-Brnutzung insgesamt um der Faktoar zwansich (20) reduziert — jawohl, das hesst nuar fünnef Prozent (5%) von die Químicos, wo ma’ heitztooch verwenne muss.

Die KI-Robôts könne doorrich die Plantoosch stännich hin unn hear rolle unn, enzelne Unkräiter finne unn die besprühe.

All die neie Fortschrite, die sind jo möchlich weche technologische inovation wie Komputadoar-Kamaras, Laser-Sensore, Solarzell-Enerschie, unn so weiter unn sofort …

*Künstliche Intellischenz (abkeertzung: KI) = Inteligência Artificial (abrev.: AI)

QUELL: TECHNOLOGYREVIEW.COM

Viel Spass beim Lerne.

Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt-Kommunität im Facebook

Unkrautjächer

MADELEINE: KALKUTTA LIEGT AM GANGES

KALKUTTA LIEGT AM GANGES – MADELEINE
von Vico Torriani

Kalkutta liegt am Ganges,
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine.

Am schönen Rhein liegt Basel
und Kairo liegt am Nil.
Doch ich träum’ von Madeleine,
an der liegt mir viel!

Die schwarzen Kulleraugen,
das ganze Dum und Dran.
Das schau ich an
und sage mir dann:

Kalkutta liegt am Ganges,
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Der Tower steht in London,
der Louvre an der Seine.
Doch ich in meinem Falle,
ich steh’ auf Madeleine!

New York liegt am Atlantik,
Athen am Mittelmeer.
Doch ich träum’ von Madeleine,
die liegt mir so sehr!

Sie hat die schönsten Beine,
so schlank und wunderbar!
Die schau ich an,
und mir wird klar:

Kalkutta liegt am Ganges,
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Die Nacht ist heiss am Kongo,
die Nacht ist kalt am Pol.
Bei ihr da wird mir beides
und das tut so wohl.

So dreht sich diese Erde
im Kreis und bleibt nicht steh’n.
Bei dir da dreht sich alles
allein um Madeleine.

Wir sind ein schönes Pärchen.
Seit gestern liebt auch sie,
nur mich
und meine Geografie:

Kalkutta liegt am Ganges
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Kalkutta liegt am Ganges
Paris liegt an der Seine.
Doch dass ich so verliebt bin,
das liegt an Madeleine!

Dickdoorrem

DER DICKDOORREM — En klassiker Teller, wo zu unser nächst zwooihunnert-jähriche deitschbräsiljoonische Küch gehöahrt, iss jo der riograndenser Dickdorrem.

Dickdoorrem wortwörtlich ins Hochdeitsche rengetrooh bleibt dann “Dickdarm”.

Naja, unn die Ähnlikeht von dem Dickdoorrem zu dem Pfälzische “Saumagen” iss goorkeh Zufall, unn nämlich, ei ihre Gemeinsamkeit hot jo historische Migrationsgründe.

Voarzeite hot jemand mear geschrieb unn hot mear gesooht, dass der Dickdoorrem bei ihre Leit en Langdoorrem genennt iss.

Uff Bräsiljoonisch weard der Begriff Dickdoorrem schon längst wie “tripa grossa” benutzt, awer bloss in Südbräsilje, natearlich.

In annre Reschione von Bräsilje, zum Beispiel uwehin im Bundesstoot Minas Gerais unn in Tehls von dem Nordeste, dort gebts ähnliche Spezialitäte, dort hesse die dann “buchada”.

Die Tooche honn ich en Dickdoorrem sellebst Derheem gemach. Der honn ich earscht in Wasser geköchelt, dann im Owe gebrot.

Meine iss mear leider verplatzt wierrer am koche woor, doch im Owe iss alles dann richtich gang unn, ja, am Enn woorrich dann noch ganz zufried damit. Meine Modder hatt mear ooch gesooht, ei ich solt jo bloss voarsichtich uffpasse, das Ding net zu dicht verstoppe. Wie ich der Dickdoorrem richtich im Tippe hatt, ausgefüllt mit woorrem Wasser, unn es uff dem Feier gesetzt hatt, honn ich gleich gemeerrekt wie schmell es dicker unn dicker geb iss. Naja, ich dachte noh en halleb Stunn, villeicght solt ich es im Uwe ren tun. Wie en Stunn schon voarbei woar, honn ich gedacht, neh ich kann es ruich für die drei-unn-halleb Stunn koche losse. Noh fünneftzehn Minute voar mein Desktop -Komputadoar sinn ich noomo hin für se gucke wie weiter das Ding komm hätt – oh verdammt nochmole, verplatz!!
Gut das ich zwooi Ooier rengesmischt hatt, alles woor nom wie schigantische Kloss. Uff en Backblech unn derekt im Uwe. Wie ich gesooht honn, am Enn iss es doch schön vertich gebackt, unn hot jo ooch oorrich gut geschmeckt!

Hier zeiche ich en poor Bilder von meine earschte sellebstgemachte Dickdoorrem:

Zwooi Dickdoorremscheibe hier mit Sauerkraut serviert

Hier honn ich en Schweinmooche benutz, wo ich schon, wolle ma’ soohn, ei semi-sauwer unn gefriert, kekooft honn. Der Mooche woor leider doorrich geschnitt, en flache Stück, wo ich dann mit viel Orweit zugenäht honn.

Mein earschte hausgemachte Dickdoorrem

Wann host Du en köstliche dicke Scheib Dickdoorrem letzmol gess? Tut ma es bei eich ooch mit Sauerkraut ufftische? Kartoffelsaloot? Brott?

Halt eich munter!

Paul Beppler, Gründer unn Administratoar von der Riograndenser Hunsrückische Dialekt -Kommunität im Facebook